terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Redes sociais é a grande experiência
masturbatória do século XXI.

Vivemos num mundo de aparente felicidade, onde tudo aparece bem nas fotos, nas revistas, em famílias, como se não houvesse problemas nenhum, compartilhando momentos felizes, apartamentos e viagens maravilhosas. Por incrível que pareça, as redes sociais aumentaram mais disto. Que tipo de felicidade aparente é esta da qual estamos vivendo hoje em dia na sociedade? 

Segundo os entendidos no assunto, as redes sociais podem exercer um papel muito importante profissionalmente e até ajudar pessoas extremamente solitárias ao ouvir uma boa pesquisa que lhe proporcione grande satisfação. Porém, a medida que isto vai se tornando mais comum nos relacionamentos, as pessoas vão também convivendo com um conjunto de amigos que na verdade não são reais, tornando-se o maior indício de que as pessoas estão ficando terrivelmente mais solitárias, sem vínculos concretos e viciadas em "likes - curtidas" que as deixam mais angustiadas e frustradas também. 

Sem falar na exposição gratuita da vida, da solidão, do fracasso dos relacionamentos, da profissão e do trabalho frustrante, mostrando fotos dizendo que estão ótimas nesta necessidade de projetar a autoimagem da felicidade em redes sociais. Sem dúvidas, diria um médico, que isto, é um dos maiores sinais e sintomas do estado de infelicidade, insatisfação e solidão que as pessoas têm. 

O filósofo e professor falou o que pensa sobre as redes sociais, agora, você para um instante de postar demasiadamente (bom dia face, como vai amigos, jantando em família, sol em ilha bela, viagem inesquecível, reclamando do transito infernal, etc.) e analisa como você usa o seu precioso tempo com as pessoas ao seu redor de verdade, o que você curti literalmente e o que é mais importante para você?!

Seria o trato pessoal, um abraço apertado e verdadeiro, um beijo carinhoso menos importante que um SMS seguido de uma marcação + uma curtida no Facebook? Pare, pense e reflita como a vida esta se tornando cada dia mais banal com essa nova forma de “interagir” e se “comunicar” uns com os outros.  

Assim, por que não paramos um pouco de nos entreter virtualmente e vivamos mais a gozar literalmente da vida real como sempre foram tempos antes? Fica a reflexão!